13 de jun. de 2011

Tatuagem



Lab de comunicação 1COM13C
Isadora Ruas, Natalia Barbi , Cristina Magaldi, Roberta Cecim , Felipe Trancoso

4 de jun. de 2011

Análise Crítica: Monty Python's Flying Circus

  Monty Python's Flying Circus foi uma série de comédia britânica, exibida de 1969 a 1974 e tinha sua estrutura baseada em Esquetes (Pequenas encenações) onde sempre usaram seus programas para fazer criticas de forma inteligente a sociedade Britânica, com apenas 6 atores eles revezavam entre personagens de características diferentes, onde todos contracenavam juntos.
  Com a ajuda de variados cenários e roupas unidos a capacidade dos atores de se transformarem em qualquer personagem fizeram o stand-up se tornar um programa com ibope alto.
  O programa tinha como estilo o humor surreal e o Nonsense ("sem sentido", em inglês) que na época era super inovador, o que levou o grupo a se consagrar na Inglaterra e influenciar a nova leva de comediantes que estavam por vir.
Em algumas esquetes eles pegam um tema inicial e trabalham a comédia de variadas maneiras com situações diferentes, usam também  personagens com personalidade forte e alguns meio psicóticos para tornar a trama mais cômica.




  A esquete encenada nesse episódio faz sátira a uma entrevista de emprego um tanto quanto duvidosa, mostrando o quanto o entrevistado pode ser subjugado ao seu empregador, de diversas maneiras, mas principalmente de uma forma psicológica.
  Originalmente pertenceu à antiga série de John Cleese, "How to Irritate People”, mas foi refilmado e reusado no Flying Circus onde empregador simula uma pessoa dissimulada, e se aproveita do nervosismo do entrevistado colocando diversas situações inimagináveis para uma entrevista, durante toda a esquete. Fazendo com que o seu possível "futuro" subordinado fique confuso, perdendo qualquer tipo de reação, ou agindo de uma maneira no mínimo estranha passando a impressão de que não seja uma pessoa muito normal.
  Ao final o Entrevistado se surpreende ao descobrir que toda entrevista, não passou apenas de uma piada onde o contratante revela estar fazendo aquilo por pura diversão de estar vendo alguém entrar no estado insano.


Grupo: Alessandro Dias & Pedro Américo

24 de mai. de 2011

200 anos da Imprensa no Brasil - Hipólito da Costa



Outro vídeo desenvolvido na disciplina Laboratório de Comunicação sob os mesmo objetivos e a mesma temática do Machado de Assis. Assim como o outro grupo, este lançou mão da animação para falar sobre um dos precursores da imprensa no Brasil: Hipólito José da Costa, editor do Correio Braziliense, considerado, por alguns estudiosos, o primeiro jornal brasileiro.

23 de mai. de 2011

O som no cinema

A última aula do semestre 2011.1 para Laboratório de Comunicação será uma discussão sobre o valor de um som em uma produção audiovisual. Além do conteúdo de aula, é indicada a leitura do artigo "De olhos e ouvidos bem abertos: uma classificação dos sons do cinema".


21 de mai. de 2011

Machado de Assis: o mestre da literatura brasileira



Video de três minutos inteiramente realizado em computação gráfica, que conta um pouco da vida de Machado de Assis, um mestre da literatura, que foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Este foi um exercício de aula para a Universidade Veiga de Almeida, ministrada pela professora Érica Ribeiro no primeiro semestre de 2008. A animação é de Raphael Nercessian que utilizou ferramentas como Flash 6, Adobe Premiere e Cakewalk Sonar 3.

A proposta para a produção deste vídeo estava contextualiza no ano de 2008, quando completava-se 200 anos da imprensa no Brasil. Os estudantes de Laboratório de Comunicação tinham que desenvolver pequenos documentários sobre a vida de diversos ícones da imprensa brasileira. As personalidades foram sorteadas entre os grupos. Dentro da proposta de conhecimento e aprofundamento da vida de um personagem, eles tinham que, após pesquisa, apresentá-lo; utilizando, para isso, uma produção audiovisual.

No Youtube, o vídeo já está com mais de 60 mil exibições.