14 de jun. de 2011

Análise Crítica do curta metragem CUBE

Podemos analisar o gênero do curta Cube como uma animação romântica, pois retrata o cotidiano de um casal apaixonado e com muitas brigas e desentendimentos, mas com um final feliz.


Os gêneros são um conjunto de espécies que apresentam certo numero de caracteres comuns convencionalmente estabelecidos.


A partir do curta analisamos e podemos defini-lo como animação pois, normalmente é associada com o trabalho de fazer filmes onde ilustradores criam ação a partir de uma série de imagens e isso nos dá a ilusão de algo vivo.


O gênero também trata de um agrupamento de indivíduos, objetos, fatos, idéias , como características comuns.


Definimos o gênero do curta Cube também como romance por se tratar da historia de duas pessoas com momentos felizes e conturbados relatando o cotidiano dos casais reais, que passam por todos os conflitos de uma relação e que no final acabam como a maioria dos casais, casando.


Podemos citar também um toque de comédia dramática pois ele começa a criar situações ilusórias de coisas que ele imagina que ela pode estar fazendo com outros caras, sempre levando para o “pior”como traições entre outras coisas.


O gênero comédia romântica também é notável nesse curta pois eles foram unidos em uma situação super peculiar podemos dizer ate “impossível” de um piano cair no meio de um parque do nada de uma forma super engraçada e fazendo um “apelo” a unidos pelo destino, uma questão muito presente em outros filmes do mesmo gênero. Os dois se encontram em uma praça mas não se notam e quando cai um piano , ela olha pra trás pra ver o que acontece e enfim eles se conhecem. Os dois se apaixonam, brigam muito mas isso faz com que eles se gostem mais a cada dia, e percebam o verdadeiro amor, entre idas e vindas e sofrimentos por amor de ambas as partes no final eles se amam e acabam juntos, com o sempre esperado final feliz dos filmes de romance que raramente tomam rumos diferentes.



http://www.youtube.com/watch?v=iFAtMO2AIBE



Alunas: Maria Eduarda de Souza Jeveaux e Layla Melgaço


Turma: 1COM13D



Analise Critica do documentário " Tiros em Columbine" (Narrativa)


“Tiros em Columbine”, do cineasta Michael Moore, é de longe um documentário brilhante onde conta a historia de um menino que se revolta após anos de bulling e decide fazer um massacre em sua escola, e a arma usada, era legalizada. Logo o documentário toca em um assunto que a mídia estadunidense a todo o momento “varre para debaixo do tapete”, procurando manter fora da esfera da informação, do debate e da discussão.
Todo o discurso de Moore é montado sobre um amálgama de convicções políticas de esquerda, mas sem jamais esquecer a lei fundamental que move os norte-americano: o direito supremo,Esse estilo consiste, basicamente, em se colocar como narrador e personagem, ao mesmo tempo, das histórias que narra. “Tiros em Columbine” é o resultado de alguns meses de investigação empreendidos pelo cineasta, acerca da obsessão dos norte-americanos por armas de fogo.
Moore segue a clássica narrativa jornalística de abordagem de um problema social: monta um extenso painel do tema que aborda e, depois, entrevistas pessoas que possam interpretá-lo para um público, com a pergunta: o que leva os estados-unidenses a terem um alto índice de mortes através de armas de fogo.
O documentário é uma narrativa social atraente que parece haver um grande campo para um exame mais consistente das diferentes expressões das subjetividades produzidas nos textos de não-ficção. Trata-se do tipo de filme que representa o mundo real que habitamos. Esses textos de não-ficção transmitem um ponto de vista do realizador para os espectadores, pois conseguem mostrar um importante engajamento político em tempos de apatia, com expressão e humor pessoais, sem perder a credibilidade e a Ética. Trata-se de uma prática da provocação e do debate por meio de uma abordagem de perspectiva crítica e informativa, bastante diferenciada da pasmaceira reiterada da prática do documentário jornalístico televisual.
Um bom filme para despertar o senso critico e questionar a veracidades das leis impostas na sociedade.
Informações técnicas :
Título original: Bowling for Columbine
Lançamento: 2002 (EUA) Direção: Michael Moore
Atores: Michael Moore, Denise Ames, Charlton Heston, Marilyn Manson. Duração: 120 min
Gênero : Documentário
Aluna: Thaiany Y.P.Romeu
Laboratório de Comunicação

Como perder um homem em 10 dias - análise crítica


No filme de comédia romântica, Como perder um homem em 10 dias(2003), de direção de Donald Petrie e tendo no elenco Kate Hudson, Matthew McConaughey como protagonista, podemos encontrar os paradigmas de um roteiro clássico.

O filme começa retratando o universo de uma revista feminina, “Compusure”, a qual tem por objetivo auxiliar as mulheres em seus mais variados problemas – como sapatos, maquiagem e homens. Uma de suas colunas chama-se “Como Fazer”, e tem por responsável a nossa mocinha, Andie( Kate Hudson). Ela resolve ter a fantástica idéia de criar, na próxima coluna, uma matéria chamada “Como perder um homem em 10 dias”, onde tentaria viver na pele os erros que as mulheres cometem, sem querer, e que acabam afastando de si seus parceiros.

Assim, entramos no segundo ato do filme, o primeiro ponto de virada. Andie acaba escolhendo como cobaia para sua coluna “Como Fazer” o publicitário Ben. Acontece que Ben também possui sua própria “aventura dos 10 dias”: se ele conseguisse fazer com que uma mulher, pega aleatoriamente numa festa, se apaixonasse por ele nesse período de tempo, conseguiria uma promoção na empresa em que trabalhava. Claro, a moça escolhida foi Andie. A partir do encontro inicial dos dois, o filme adquire um novo ritmo. Engraçado, imprevisível e divertido, os truques que Andie usa, ou pelo menos tenta usar, para afastar Ben, são muito bem bolados, com cenas realmente inspiradas.

Por fim, chegamos ao último ponto de virada: o ato final. Neste último, finalmente, os segredos de cada um dos protagonistas são descobertos, e acontece todo o drama da separação até, por fim, o término com final feliz.

Os personagens principais são o casal Andie e Ben. Ambos possuem amigos que os ajudam na caminha dos 10 dias e, na maioria das vezes, aparecem em cenas secundárias. Dois terços do filme são cenas com estereótipos, clichês e situações desnecessárias.

A temática do filme é um critica a futilidade que muitas mulheres podem ter, sem, contudo, gereneralizar, uma vez que a protagonista, Andie, é prova da exceção.


Aluna: Gabriella Santi Freitas

Turma: 1 COM 13 C

Mama África

O vídeo da música "Mama África", do cantor Chico César, foi filmado na sua cidade natal Catolé do Rocha, localizada na Paraíba. A canção fala da luta de uma mãe solteira para trabalhar e também criar os filhos, simbolizando o duro cotidiano de muitas pessoas que batalham por uma vida melhor no nosso país.
O cantor decide homenagear o lugar em que nasceu e convocou muitos moradores da cidade para atuar no clipe. Reverenciado por seus pais logo na abertura, surge na porta de sua casa para dar início a procissão, na qual ele percorre as ruas dançando juntamente com sua irmã mais nova e a população de Catolé da Rocha. O percurso é totalmente gravado em plano sequência, ou seja, a ação é feita num único plano, sem cortes, recurso este utilizado para enfatizar a inclusão de cada vez mais pessoas no vídeo, as quais representam um pouco da população brasileira, como os jogadores de futebol, as famílias humildes, etc.
Apesar de sua temática esclarecida, a produção parece não ter um roteiro muito bem planejado, ou talvez seja para causar esse efeito em quem assiste e assim mostrar espontaneidade, pois o grande número de pessoas que participam do clipe percorrem desordenadamente o caminho, até mesmo esbarrando umas nas outras, causando pequenos incidentes.
Ao sair de casa e cantar pela cidade, Chico César se mostra identificado com ela, festejando com todos ao seu redor. E esta identidade é enfatizada no final do vídeo, quando a câmera se afasta e Chico permanece junto ao povo que o seguia desde o início, revelando que aquela era a sua casa.





Análise do videoclipe "Mama África", de Chico César
Alunos: Fernando dos Santos e Natália F. Pontes
Turma: 1COM13C



Análise Audiovisual

"Blue Valentine"

Não se deixe enganar pelo título brasileiro do filme. “Namorados Para Sempre” é o nome encontrado pela Paris Filmes para enganar o espectador que busca um romance comum. O título original, “Blue Valentine”, que significa algo como “namorado triste”, é bem mais apropriado.

Namorados Para Sempre, é uma exceção à  maioria dos filmes de romance, que optam por satisfazer o espectador com um final feliz. Apesar de ter o seu lado romântico, o filme faz questão de desmoronar a história feliz do casal, e colocar a dura realidade da vida a dois.
O filme exibe a vida de Cindy (Michelle Williams) e Dean (Ryan Gosling), primeiramente um jovem casal que se conhece pelas artimanhas do destino. A paixão brota e os dois iniciam um bonito relacionamento, nem mesmo atrapalhado por um marcante descuido. Os anos passam e depois já os acompanhamos como marido e mulher. Ele é um ajudante de mudanças, uma espécie de artista incompreendido, destina seu tempo para a casa e a filha, Frankie.  Enquanto ela estuda para cursar medicina, com desejos de se tornar médica, trabalha como enfermeira e não suporta a cumplicidade entre Frankie e o marido. A chama do amor, porém, desapareceu e a separação do antes casal unido parece inevitável. O que teria acontecido nesse intervalo de tempo?
Dean percebe que está cada vez mais distante da esposa e resolve passar uma noite com ela em um motel, tentando reacender a chama. Enquanto observamos os acontecimentos daquela noite, somos enviados para o passado para testemunhar o primeiro encontro entre o casal e a gênese do romance.
O filme é contado com a mistura de cenas do passado, com cenas do presente. Mas que podem ser facilmente identificadas, dá pra saber quais cenas são de qual momento. Pois o diretor utiliza câmeras e técnicas de luz diferentes. No presente, ele utiliza as cores tendendo para o azulado, o frio. E no passado, ele usa tons mais quentes e aconchegantes. Além de ajudar a contar a história, dando mais intensidade ao presente e uma espécie de nostalgia ao passado, a captura de imagens com equipamentos diferentes facilita ao espectador acompanhar a trama, com a maquiagem fazendo seu trabalho em distinguir cada momento da história.
A câmera também tem outro papel importante dentro do filme, ela sempre próxima ao rosto dos personagens revela o desgaste causado pela convivência diária, a dificuldade de criar uma filha e sustentar o lar ou de simplesmente concordarem sobre um assunto banal. Uma inexplicável competividade tomou o lugar do amor e ambos parecem mais felizes sozinhos. Nem mesmo o sexo faz eles se entenderem.
Eles são complexos e dramáticos, vivem em casa simples e não têm luxos. Podem até ser bonitos, mas o charme ficou pra trás. A imaturidade do rapaz continua. Se antes ele causava surpresas agradáveis ou apenas demonstrava a vontade dele de permanecer ao lado da garota, agora ele se tornou um empecilho para que continuem juntos. As bebedeiras revelam um Dean agressivo, sem tolerâncias, sem capacidade de encontrar um emprego.
A mensagem que mesmo triste, é uma verdade para muitos casais. Com o tempo, alguns relacionamentos simplesmente acabam, com cada um fazendo de tudo para preservar o seu lado e não colaborando com a vida em casal.
Ao assistir o filme, você entra na trama, se comove, e apesar de todos os problemas, torce para que eles fiquem juntos e esse seja mais um filme de final feliz confortante para você sair do cinema feliz, mas o filme acaba e você pensa: "então é isso? o amor não vence no final?". No primeiro momento, do choque, pela quebra de paradigmas, você se sente desconfortável, mas ao analisar o filme, você chega a conclusão que o que valeu, foi a história construída e vivida pelos dois, o nome do filme é algo marcante, pois dita o filme, "Blue Valentine" ("Namorado Triste"), até mesmo a adaptação brasileira de "Namorados Para Sempre" tem o seu sentido, embora as pessoas que ainda não viram o filme, interpretem isso de outra forma, como se existisse um final feliz e eles ficassem juntos para sempre, mas para quem já assistiu, esse título pode ser encarado como se o namoro dos dois, fosse para sempre, pois no passado, eles eram felizes, e o passado ninguém muda, ele fica para sempre.

{ Luma de Alencar Almeida - Laboratório de Comunicação - Turma 1COM33A }