15 de jun. de 2011

14 de jun. de 2011


Análise Crítica - The O.C

The O.C foi uma série criada por Josh Schawartz e produzida pelo canal de TV Warner, primeiramente voltada para o público adolescente (teen). Entretanto, suas dramáticas histórias de cotidiano com um tom cómico, acabaram atingindo a público de todas as idades. Seu estrondoso sucesso nos Estados Unidos fez com que a série ganhasse uma repercussão mundial. The O.C foi a primeira série produzida na América, que teve sua exibição em quase todos os países do mundo, estando disponível nos mercados de hoje, suas versões em espanhol, francês, português e em mais de 20 idiomas.

O lugar escolhido para a representação da série foi Newport Beach. Uma luxuosa cidade no Oeste da California, rodeada por mansões, carros conversíveis e praias. Em meio a todo essa sofisticação, mora a família Cohen, composta por Sandy (pai), Kirsten (mãe) e o único filho do casal Seth. Sandy é um advogado público idealista que encontra o adolescente Ryan, em uma prisão para menores infratores, cansado e desorientado, instantaneamente, ao vê-lo, o advogado lembra de sua própria infância onde enfrentou grandes problemas. Ao conversar com o rapaz, Sandy decidi ajudá-lo, e o leva para morar com ele em sua mansão.

Inicialmente, sua chegada não foi bem aceitar por Kirsten, que de início, não entendeu o porque que seu marido trouxe um menor “delinquente” para a casa da família. Apesar de seu medo, sua maior preocupação era com seu único filho Seth, que poderia acabar sendo influênciado por Ryan. Após sua chegada, a cidade de Newport Beach nunca mais foi a mesma, muitas confusões, dramas, altos e baixos regem toda a série durante os seus quatro anos de exibição.

Contudo, uma das características em destaque The O.C, que também fez parte do enredo durante esses anos, foi a sua trilha sonora, que sempre muito marcante, surpreendia e emocionava os telespectadores a cada episódio. Muito fervoroso no conceito de que “A trilha sonora de uma cena pode mudar toda a concepção do público a respeito da história que está sendo contada”, Josh Schwartz, o criador, queria que a música fosse um personagem principal de série. Seu desejo foi realizado e, com a ajuda da experiente supervisora musical Alexandra Patsavas (que hoje em dia escolhe as músicas que embalam os episódios de Grey’s Anatomy, Private Practice, Chuck, Supernatural e Gossip Girl) conseguiram queria uma playlist inesquecível.

As músicas eram escolhidas de dois modos: ou eram incluídas diretamente no roteiro por Josh ou eram escolhidas por Alexandra para encaixar em alguma cena. Os episódios tinham em média 5 músicas, que eram tocadas parcialmente. Em sua maioria, essas músicas possuía alguma proposta em suas letras referindo-se a cena exibida e, ajudavam a criar uma ilustração e ou atmosfera correspondente à situação, que costumava ser dramática. Diferentemente de outras séries, The O.C optava por músicas não tão conhecidas pelo povo, inclusive abrindo espaço para bandas desconhecidas que deram as caras na série entoando seus singles e tendo a ótima chance de se promover, tais como The Killers, Rooney, Death Cab For Cutie (a banda favorita do Seth) e Cobra Verde entre outros.

Os californianos da banda Phantom Planet foram os escolhidos para cantar a música de abertura da série (Califórnia). Esta música trouxe aos rapazes importantes prêmios da música americana, como 3 grammys, além de um disco de ouro e um de platina. A trilha da série não foi boa apenas para a banda, mas rendeu alguns frutos para os produtores também como 6 CDs com a trilha sonora oficial da série, contendo melhores músicas tocadas nos episódios para delírio dos fãs. Os dois primeiros CDs (MIX 1 e MIX 2) contaram com músicas da 1ª temporada, o 3º (“Have a Very Merry Chrismukk”) só com músicas natalinas presentes dos episódios anuais de natal, os CDs 4 e 5 contaram com músicas da 2ª e 3ª temporadas e o 6ª com as melhores da 4ª temporada.
Após quatro anos de confusões, conflitos, diversões e muita música boa, a série chegou ao fim em 22 de Fevereiro de 2007. A maioria de seus personagens teve o bom desfecho e, ficou a saudade e as lembranças para aqueles que eram fãs. Os boxes da série são vendidos até hoje em livrarias e lojas de DVDs, assim como, os CDs da trilha sonora ainda estão disponíveis para a compra.


Nomes: Thalles Silveira e Leandro Osawa

Turma: 1Com 13B

Professora: Érika Ribeiro

Matéria: Lab. de Comunicação

Analise Crítica do filme Mogli.





Mogli , O Menino Lobo , é uma animação de longa metragem produzida pelos estúdios Walt-Disney inspirado no livro ‘’The Jungle Book’’, de Rudyard Kipling.



A aventura começa quando Mogli , um menino órfão perdido nas selvas da Índia , é acolhido por uma alcatéia. Crescendo em meio aos lobos e isolado da civilização , o garoto adquire hábitos e características animais , conhece a pantera Baguera , fiel e consciente , e o alegre e descontraído urso Balu , verdadeiros amigos com os quais compartilha momentos de alegria e de tensão ao longo de sua trajetória. O vilão da história é Shere Khan , um malvado tigre que ao descobrir da existência do menino lobo sai em sua busca com o objetivo de matá-lo. Polarizado mentalmente com as idéias de seus amigos , o protagonista vive o dilema entre buscar proteção e segurança com os humanos , de acordo com a pantera , ou seguir a filosofia de curtir a vida e ficar na floresta ignorando os riscos , segundo Balu. Finalmente , os três saem à procura de respostas sobre a origem do menino encontrando no meio do caminho com um orangotango maluco e seu bando , uma manada de elefantes , uma cobra hipnotizadora e o predador carnívoro. O clímax é atingido no momento em que o tigre encontra Mogli se divertindo com abutres e ocorre o confronto entre os dois , quando o pequeno espanta o vilão da selva de uma vez por todas ateando fogo em seu rabo.



O filme utiliza o personagem principal como forma de instruir e aconselhar o seu público-alvo : crianças. Bravo , corajoso e carismático , porém solitário e ávido por uma companhia que aprovasse as suas atitudes , Mogli não tinha noção da repercussão de suas decisões , do poder que tinha em suas mãos e , em certos momentos , discernimento sobre aqueles que queriam o seu bem. Quando resolvia abrir mão de ter Balu e Baguera ao seu lado , passava por maus bocados. Porém , quando passou por uma situação de perigo , usou seu instinto de sobrevivência e salvou a si , assim como Balu e permitiu uma vida melhor , pela ausência de Shere Khan , para as espécies que viviam na floresta. Assim são as crianças e os jovens : detém a capacidade de se tornar um ser cada vez mais evoluido e preparado para construir um futuro melhor para a sociedade , confrontando-se com aqueles que tentam dar-lhe lições de vida , os pais , professores , educadores. À medida que experimentam novas situa;coes , amadurecem e tentam não repetir os mesmos erros do passado.


Além de tudo isso , o que pode ser observado é o instinto de sobrevivência do homem , diria até o instinto animal. Num ambiente onde os indivíduos são selecionados pelo meio , o menino tenta ao Maximo desenvolver habilidades que permitam manter-se vivo e sadio na selva.



Embora infantil, é um filme recomendado para todas as idades. Os pais podem ajudar os filhos a compreender as mensagens transmitidas, além de’’ voltar a ser criança ‘’ por um instante. Ideal para um domingo de cinema com muita pipoca em família ou para um sábado em casa com muita pizza e refrigerante.



Nesse mesmo panorama , Walt Disney possui diversos outros sucessos do cinema como ‘’Alladdin’’ , ‘’ O Rei Leão’’ , `` A Bela e a Fera’’. Suas histórias costumam abordar assuntos presentes no cotidiano de qualquer época : amor e ódio , riqueza e pobreza , amizade e inimizade , admiração e inveja , paz e violência. Entretanto , os antagonismos sempre pendem para o lado positivo. Através do desenvolvimento de personagens modernos , detentores de aparentes defeitos , ele inventa casos em que a ética , a moral e o altruísmo dos protagonistas falam mais alto , transformando-os em ídolos para aqueles que os assistem.




Nome: Larissa Cristina de Moraes Mazza e Lívia Vieira Souto de Souto
Prof: Érica Ribeiro
Laboratório de comunicação.

Análise Crítica - Comercial da vivo " Eduardo e Mônica - O filme"

http://www.youtube.com/watch?v=gJkThB_pxpw

Comercial da vivo "Eduardo e Mônica - o filme"
Diretor : Fernando Meirelles

A história de amor mais cantada do Brasil virou filme para o diretor Fernando Meirelles. A Vivo, criou essa campanha especialmente para o dia dos namorados que em 24h foi visto mais de 1,4 milhões de vezes A ideia da "Vivo" foi divulgar o "videoclipe filme" nas vésperas do Dia dos Namorados, mostrando o "casal de namorados mais famoso do Brasil"...e ainda atingir a geração anos 70,80,90 que escutaram Legião Urbana. Com duração de quatro minutos, “Eduardo e Mônica – o filme” atualiza a história para os dias atuais. Trilha sonora de maior sucesso no Brasil, onde os atores que interpretam os personagens principais Eduardo e Mônica vivem cada momento de acordo com a música, conta como eles se apaixonaram mesmo com as diferenças de hábitos. Baseado em uma das canções mais famosas da banda, o filme vai narrar a história de amor entre duas pessoas completamente diferentes e que mesmo com todos os entraves para que não desse certo, havia uma vontade repentina de se encontrar. E os dois se encontravam todos os dias e esta vontade só crescia e não podia ser diferente. A história de, Eduardo e Mônica, é uma daquelas poesias românticas, sobre o quanto o amor pode ser inexplicável e intenso, coisas que Renato Russo costumava colocar em suas composições. No início da propaganda, aparece as cenas acessórias, para compor as cenas logo em seguidas essenciais, que vem de acordo com a música. Há um efeito de sonoplastia antes de começar a música, aparece então Eduardo um dos personagens principais, logo em seguida Mônica aparece, e assim os dois seguem seus ritmos no decorrer da música. Analisando as características de cada um deles, percebemos que Eduardo é um jovem com apenas 16 anos, como outro qualquer que segue as mesmas características de grande parte dos jovens, ou seja, no esquema de escola, curso, vídeo game, não tinha ainda maturidade para pensar em seu futuro já Mônica é um pouco mais velha, fazia faculdade de medicina, tinha outros pensamentos, deixou de lado o pensamento “criança” e seguiu pensando em seu futuro, fez cursos de alemão, tinha um bom conhecimento da cultura. No final do vídeo, podemos perceber que o tempo se passou, os dois cresceram e aquele comportamento que Eduardo mostrava no início mudou, a convivência com Mônica, fez com que ele mudasse alguns de seus hábitos. Ficaram juntos, moraram juntos , brigaram , tiveram filhos e passaram a viver a vida como marido e mulher, como acontece nos nossos dias atuais. Passamos a perceber as diferenças entre os personagens, mais que apesar dessas diferenças eles ficam juntos.

Cada parte da música mostra certos tipos de serviços da vivo. Nas cenas acessórias tanto nas essenciais, há o efeito sonoro conhecido como off, ou seja, quando o narrador conta a história ou canta como é o caso de Renato Russo e ao mesmo tempo aparece imagens nesse caso as cenas de Eduardo e Mônica) sem a presença figurativa do próprio narrador. Em outras cenas temos a presença de outro efeito sonoro, a sonoplastia,que abrange todas as formas sonoras,música ,ruído e fala, que com isso da mais efeito ao que vai ser mostrado. Há no comercial, as três classificações de áudio:

· Não representativo

· Figurativo

· Representativa

O não representativo, é predominado pela música No entanto, é necessário que esta música desperte a atenção para as possibilidades de sentido e qualidades próprias de seus elementos, que são: a melodia, a harmonia, o ritmo, o timbre etc.

O figurativo é predominado pelo efeito sonoro ou som ambiental, ou seja, passos, barulhos de motores, de chuva, sinos, ou ainda efeitos produzidos eletronicamente ou digitalmente, É o efeito sonoro mais usado por causa da sua capacidade de descrição do espaço da cena.

O representativo predomina como representação as vozes, os diálogos entre os personagens, as locuções de um narrador são formas representativas convencionadas pela língua, pelo sotaque e pela entonação.

(final do texto) A vivo quer mostrar ao seu público-alvo que esse comercial tem tudo a ver com amor, conexão e transformação, mostra como as pessoas utilizam a conexão para se aproximar, através de tablets e celulares.

Isadora Ruas, Natália Barbi - Lab de comunicação 1COM13C

Análise Critica: Rain - Sonoplastia da chuva com as mãos

http://www.youtube.com/watch?v=xdf5NMMCxuM

Postagem: Sunderhus
Data: 28-07-2009

Rain

Sonoplastia da chuva com as mãos

Por definição, sonoplastia é entendida como forma de fazer um som que faça lembrar algum movimento, atitude ou ação. Exemplo: em uma campanha publicitária, veiculada no rádio, para remeter ao barulho do telefone tocando, usa-se a sonoplastia do “TRIM TRIM”.

Agora remetendo isso a uma forma de usa-lo em produções audiovisuais de uma forma que o estudado seja compreendido.

A produção utilizada é de um grupo que faz apresentações (shows) onde há demonstrações de como utilizar a mão, a boca, os pés, enfim, partes do corpo que faça-nos lembrar de coisas já existentes. Nesse caso, peguei a apresentação deles imitando do começo ao fim de uma chuva. Aliás, o grupo faz desde aqueles ventinhos mais tortuosos de uma pré-chuva passando pelo barulho de raio misturado com chuva e depois, gradativamente, como ela se se silencia.

O mais perfeito, e talvez, o mais inacreditável é que se por acaso, você só estivesse escutando o barulho, sem o meio visão, com certeza acreditaríamos que realmente é uma chuva, e na verdade essa é a função primordial de produções audiovisuais como essa.

A sonoplastia, tem como efeito confundir o telespectador, fazendo com que ele realmente acredite que tal ação esteja acontecendo. Os meios que mais utilizam essa ferramenta é rádio e televisão. Aliás, foi na década de 60, com o teatro radiofônico, que ele surgiu, com o objetivo de reconstituir artificialmente efeitos sonoros, e assim recriar sons de animais, movimentos, sons da natureza, etc.

Mais agora dando ênfase no vídeo. Ele, bem claramente, desenvolve todo um contexto de utilização apenas da sonoplastia, de forma que desenvolva uma historinha, do começo da chuva até o final dela.

Há duas classificações de efeitos sonoros, tais como:

  • Efeitos Editoriais: é uma produção mais fácil de realizar, pois é a imitação sonora de, por exemplo, ruído de computador, chuva, buzinas, assovios, não havendo complexidade na sua produção.
  • Efeitos principais: requer um certo trabalho, pois exige um detalhe mais especifico na produção, podendo haver elaboração de pesquisas. Exige também criatividade por parte do sonoplasta. Exemplo: sons de animais extintos, som de nave espacial.

    Voltando novamente ao vídeo, podemos perceber que há um equilíbrio no tom e na marcação para realizar a produção. Percebe-se que não é todo mundo que começa, é um de cada vez que gradativamente o outro vai fazendo até chegar o ponto que todos estão fazendo. Isso é para sustentar a idéia de realismo na produção audiovisual.

Enfim, hoje em dia temos muitos lugares que pedem pessoas especializadas nessa área. É uma área em abrangência da comunicação, que requer muita criatividade e muito estudo especifico para realizar os trabalhos


Cristina Magaldi Comunicação Social
Érica Ribeiro Laboratório de Comunicação
Turma: 1COM13D
Junho/2011