Depois de curtir seu sábado com sua namorada, JP chega em casa 6 da manhã bem disposto. Pão, leite e mortadela nas mãos, é dia especial, dia de Páscoa. JP vive com sua mãe, seu pai é morto desde 1999 e é muito festeiro, adora esses dias diferentes. Adora quebrar a rotina. Ele e sua Patrícia curtiram uma reunião com os amigos, dormiram juntos num motel que ela pagou no Catete (ele não tem vergonhas em relação a isso) e a deixou em casa, em Laranjeiras, para que ela comemorasse a páscoa com seus pais e mais tarde ela iria para a casa dele. Em uma de suas jornadas de trabalho no Centro, já havia comprado o ovo de páscoa da mãe, da namorada e... Será que comprou mais um? Tem 4 ovos na geladeira dele. Um seu, um da mamãe, um da Patrícia e!? Será? Bom... Só segunda-feira pra saber. Agora é hora de se concentrar na mãe, xodó do nosso JP que já está fazendo seu pequeno apartamento ficar com um agradabilíssimo cheiro de café fresquinho. Ingredientes para a famosa bacalhoada também já estão em cima da bancada da cozinha. Um beijo na mãe, um abraço demorado, conta da noite de ontem (sua mãe é sua amiga, sua confidente) e diz que está cada vez mais complicado não pensar naquela criaturinha linda da faculdade. Cara feia da mãe de reprovação, só ela sabe o quanto Patrícia é importante pro filho, o quanto o incentiva, o quanto é sua companheira, o quanto o ama... Mas o coração não é razão, é sentimento, e nisso, ninguém manda, ninguém faz o óbvio. Ou faz?
Ahhhh, e JP é muito gente boa. Deseja uma páscoa iluminada a todo mundo!!
4 de abr. de 2010
3 de abr. de 2010
Escolha Difícil
Chegando na faculdade, aquele cigarrinho com um copinho de mate antes de subir... Meia dúzia de "Coé" e apertos de mãos e lá foi JP pra sala, na correria sempre. Aula, revisão, anotações e... Mônica! É, a tal da "outra amada"... Loira, alta, magra, corpo de mulher, jeito de menina. Entre uma palavra e outra copiada no caderno, entre uma explicação e outra do professor, era essa a visão preferida do nosso estudante. Eles tem uma relação boa, conversam, brincam e, sendo sincero, de vez em quando ainda rola um olhar mais animador por parte dela. Mas colocar a perder a namorada, aquela que o apoia, que está com ele há anos, que tem planos, por uma pessoa que nunca teve nada? O certo pelo duvidoso? Pois é, parece uma questão fácil de ser respondida, mas não é. Não para ele, que cada dia que passa tem pensado mais na amiga de faculdade... Acabada a aula, por mais que a sua paixão estivesse ali, JP saiu da sala, pegou reto a escada, corredor, portão e casa! Cansado demais para conversas, sociais, e ainda havia seu programa preferido a assistir em casa. Televisão, jantar, conversa de uns 15 minutos com sua amada (a oficial) no telefone contando e ouvindo como foi o dia e declarações rotineiras, uma lida rápida num jornal barato fumando o último cigarro do dia e cama! Situação financeira, provas, Patrícia, Mônica, é muita coisa na cabeça. Patrícia é carinho, admiração, companheirismo. Mônica, uma paixão, um desejo. Mas é hora de desligar a cabeça, cessar os pensamentos e dormir. Amanhã é um novo dia...
2 de abr. de 2010
Vencendo preconceitos
JP é um universitário que leva uma vida corrida no Rio de janeiro com trabalho e estudo. A renda que mantém o seu sustento vem através da venda de camisas que ele mesmo produz com temas de protestos. Ele aproveita os momentos vagos para se dedicar a outra paixão: seu violão.Atualmente JP está enrolado com a jovem Caterine que mora na zona sul e verá o preconceito de perto em razão de seu estilo de vida alternativo. O Pai de Caterine não aprova o namoro, e inicia uma perseguição contra a união dos dois, mesmo assim eles embarcam para uma vida a dois, contra a opinião do pai dela.
Acompanhe o grande desafio desse rapaz em vencer o preconceito pelo seu padrão de vida...
O SEGREDO
João Pedro está na Central do Brasil vendendo as camisas tranquilamente quando leva um enorme susto. Fica perplexo! Quase não acredita no que vê!
Sua amada está extamente no mesmo local fazendo uma pesquisa para a faculdade.
Sua amada está extamente no mesmo local fazendo uma pesquisa para a faculdade.
Escolha difícil
Final de mais um dia no centro do Rio de Janeiro, mais especificamente, na Central do Brasil. João Pedro, 19 anos, moreno de aparência extremamente atraente para as mulheres, desmonta sua barraquinha, barraca essa que vende ou revende camisas de times nacionais, internacionais e todo o tipo desta roupagem que cair em sua mão. O dia foi bom, vendeu bastante, mas não era hora de comemorar. É hora de correr pra faculdade, dia de revisão para a prova, dia importante.
No caminho, uma ligação para sua namorada, mas claro, sem parar pra isso… Sua amada chama-se Patrícia, mas não a chame da Pati que “o tempo fecha”. Mora na Gávea e apesar de ser família endinheirada, não liga pra isso, anda como quer, com quem quer… Não se arruma pra sociedade, se arruma pro seu humor momentaneo. Ah, e ama com todas as suas forças o camelô, piadista e músico (ou pelo menos se esforça pra fazer algo que chegue perto de ser música com seu violão). Não liga pro emprego do amado, pelo contrário, as vezes em meio a sua faculdade e seu emprego, vai até lá ajudá-lo. Isso que é amor! Ele que é um sortudo! Mas, será que isso o completa? Falando em amada… É pra falar da outra amada? Não? Agora não? Ah, então vamos lá… Continue sua correria, J.P.
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