14 de jun. de 2011

Análise Critica - Série Lie to me

Lie to me é uma serie televisa americana.
O personagem principal, Dr. Cal Lightman (interpretado pelo ator Tim Roth), é auxiliado por sua parceira Dr. Gillian Foster (Kelli Williams), que juntos detectam fraudes, observando a linguagem corporal e as Micro expressões faciais, e usam esse talento para assistenciar na obediência às leis com a ajuda do seu grupo de pesquisadores e psicólogos. O personagem Dr. Cal Lightman é baseado em Paul Ekman, notável psicólogo e expert em linguagem corporal e expressões faciais.


A série traz as investigações de uma equipe formada por especialistas em detectar mentiras. As mínimas expressões e gestos são interpretados por esses cientistas do comportamento, que prestam seus serviços para diversas entidades, como o FBI, a polícia, empresas particulares ou mesmo pessoas que estejam dispostas a descobrir a verdade que alguém pode estar escondendo.


O grupo é liderado pelo Dr. Cal Lightman, um cientista que dedicou toda a sua vida ao estudo do comportamento humano. Lightman ainda conta com a ajuda da sua parceira e psicologa Dra. Gillian Foster, além do pesquisador Eli Locker, de Ria Torres, uma mulher com o talento natural de interpretar as expressões humanas e de Ben Reynolds, um agente do FBI que é designado para dar assistência ao Grupo Lightman em suas investigações. Juntos eles formam uma equipe de verdadeiros polígrafos humanos.


Lie to Me sempre tenta fugir de uma estrutura fixa. Seus casos são descobertos de maneira quase sempre novos e o desenvolvimento das histórias frequentemente surpreende. A serie sempre conta dois casos, duas historias diferentes fazendo com que a equipe de Dr. Cal Lightman se divida para solucionar as mentiras que envolvem o caso. A narrativa na maioria das vezes é continua e dramática, são poucos momentos que ha uma volta no passado.




Alunos: 
Nathalia Rezende
Junior Rodrigues
Turma: Turma: 1COM13C

Análise Crítica - Filme:Cisne Negro



Título original: (Black Swan)

Lançamento: 2010 (EUA)

Direção: Darren Aronofsky

Atores: Natalie Portman


O filme é apresentado com uma intensidade psicológica,basicamente um pesadelo,transformando completamente a vida da bailarina Nina(Natalie Portman),em um terror.A trama gira ao redor de Nina,quando ela é convidada a interpretar o papel principal da peça de teatro ‘Cisne Negro’. A personagem é uma menina tímida e sem amigos,onde vive apenas para a dança,porém sempre muito limitada a superproteção de sua mãe,onde já demostrava traços psicóticos,trancada em um apartamento e desejo de posse com sua filha e frustação,Nina começa a perceber que vive em função de sua mãe e seus caprichos. Ela,também muito pressionada por seu coreógrafo,em sempre se destacar em meio as outras meninas de sua companhia de balé,afirmava que ela precisava estar preparada para a oportunidade,percebe então, que necessita ser o máximo competente para interpretar simultaneamente dois papeis de uma única vez,o cisne branco(a pureza,bondade) e o negro(sensualidade e inveja). Existe a dualidade do eu interno e externo,próprio com a apreciação da obra do balé.A construção deste personagem não acontece de forma clara,na sua dualidade não há mudanças de personalidade,Nina não encerra um ciclo em sua vida e começa outro,longe disso,ela é uma mulher em plena ‘sanidade’,porém na sua busca pela perfeição a leva para a obsessão do papel e ,não consegue discernir o que realidade e sonho.Muitas vezes,tinha distúrbio alimentar,delírios e autoflagelação. O papel de Cisne Negro lhe é apresentado sobrepondo-se em sua vida,onde sua sensualidade e força afloram .Sua metamorfose acontece em estágios,elas são físicas,mentais,reais ou imaginativas,nisto leva a personagem á conflitos de seu mais profundo interior,onde percebe que ao mesmo tempo ela poderia ser doce e maliciosa.Começa a sentir-se cada vez mais próxima do seu personagem,quando seus sonhos são cada vez mais reais,ela entra em um verdadeiro espiral autodestrutivo onde,Nina passa a ter medo da própria sombra,porém ela aprecia sua loucura e momentos de sensatez,quando está ao palco e não consegue ser apenas a Nina comum,e com isso,se feria em sua busca obsessiva pela perfeição do papel,e superar seus limites e principalmente ser ousada,deixar de ser uma menina frágil e libertar completamente seu lado promiscuo e ambicioso. As ultimas conseqüências de sua obsessão,é sua morte para dar a vida ao seu real personagem,no caso quem é seu maior inimigo,é ela mesma.Nina no ato final crê que matou sua amiga e rival,e dança com prazer sem o sentimento de culpa,mas quando sai de seu delírio,percebe em uma cena principal que ela não matou sua amiga,e sim enfiou o vidro no espelho com seu próprio reflexo,daí a loucura toma seu devido e real lugar,ela dança com perfeição .Para muitos,o artista é trágico por definição,ela precisava dar sentido á sua metamorfose,ela estava ali apenas para seu papel,um meio para seu fim.



Alunas: Bárbara Porto

Ana Stefana Lisboa

Eduardo e Mônica- O filme. Análise crítica.



Para quem viveu na década de 80 a música do Legião Urbana, Eduardo e Mônica é quase que um hino assim como a maioria das músicas do grupo. Exatamente 25 anos após o lançamento oficial da música, surgiu no dia 7 de junho deste ano o videoclipe numa campanha publicitária da operadora de telefonia móvel Vivo. A campanha foi uma grande sacada da operadora que teve sua campanha disseminada em todas as redes sociais tornando-se um viral que foi bem recebido pela grande maioria do público.

O clipe pode ser encarado como um curta, por apresentar características de um filme: inicio e final bem marcado, paradigma, personagens, personagem principal, coro, cenas essencias e pelo fato do roteiro apresentar uma narrativa, mesmo que em cima da música. O mais interessante nessa produção não é saber o que acontece, pois isso sabemos de cor pela música, mas sim saber como e em qual ambiente acontece. Outro fato interessante é que as poucas falas dos personagens são no caso do curta, sonoplastia que se mistura com sons de champagne sendo aberto, dos celulares caindo,entre outros sons que são essenciais para a trama. Pode-se dizer que o narrador é a música em si. O Eduardo pode ser encarado como personagem principal, pois muitas das mudanças ocorridas durante a narrativa ocorrem com ele, como no caso do amadurecimento dele durante a narrativa, porém nada disso seria possível sem a Mônica que é peça chave para todas essas mudanças. Os personagens secundários são o casal de gêmeos do casal, que aparecem no final da narrativa e o coro são todos os figurantes como os médicos no hospital onde Mônica começou a trabalhar após se formar. Obervamos que Mônica é uma mulher bem resolvida, moderna e está num período de vida muito diferente de Eduardo, que é mais novo que ela e ainda está no colegial, porém essas diferenças não impedem o romance que é ilustrado com belas imagens, como a dos dois conversando em cima de uma ponte com uma linda paisagem de fundo, cenas dos dois correndo numa praia e também cenas dos dois brigando e se entendendo novamente para passar a ideia de um relacionamento real e não idealizado. O casal é levado pela paixão e pelo desejo de ficarem juntos e com isso constroem uma vida juntos, com problemas como qualquer outro casal, porém que a vontade de fazer dar certo ultrapassa os períodos difíceis. São fatos como esses que fizeram milhares de pessoas se identificarem com o curta e se emocionarem pela forma que a história mais cantada de todos os tempos foi ilustrada. O gênero pode ser descrito como romance e apresenta paradigmas semelhantes entre os romances, como o de o casal ficar junto no final e ser feliz e o paradigma de acontecer situações romanticas. Apesar da narrativa não deixar claro o período em que se passa, podemos concluir através de algumas cenas, que se passa em algum momento de revolução estudantil ou idealista, pela cena em que Mônica está pintando cartazes para uma possível passeata. A história evolui, até chegar nos dias atuais, em que mostra os filhos do casal ainda pequenos, com os seus 6 ou 7 anos de idade. Por se tratar de uma narração curta, quase todas as cenas são essenciais, mas destacamos algumas possíveis cenas acessórias, como a cena em que Mônica sai do bar e coloca óculos escuros, que não é narrada pela música e não atrapalharia a narrativa se fosse retirada. O final ainda dá um toque cômico pela forma que foi ilustrado o fato do filho do casal ter ficado em recuperação: no celular, uma mensagem do remetente "filhão" que diz "Pai, corasão escreve com S ou com Ç"?

A Vivo juntamente com a empresa de publicidade Africa, inovou mais ainda fazendo perfis no facebook com os nomes Eduardo Botão e Mônica Godard, fazendo referências aos gostos do casal. Nesses perfis são divulgadas fotos do making off da produção, que são postadas como fotos de um relacionamento real. Eles se comunicam com seus amigos no facebook como se fossem um casal de verdade e fazendo referência muitas vezes a música, como no caso em que Eduardo Botão postou em seu perfil que decidiu começar a trabalhar. Muitas pessoas chegam a acreditar que o casal realmente existe. Se a intenção era provocar comentários e paixão dos telespectadores pelo curta, a campanha conseguiu, afinal, "quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração".

Perfil do "Eduardo Botão"- http://www.facebook.com/?ref=home#!/profile.php?id=100002402846036


Perfil da "Mônica Godard"- http://www.facebook.com/?ref=home#!/profile.php?id=100002465167181





Aluna: Camila Thyani Paiva de Lima
Universidade Veiga de Almeida
Turma: 1COM13C

Análise Crítica – Filme: O senhor das armas

“O senhor das armas” (Lord of War), Yuri Orlov ( Nicolas Cage ), apresenta uma visão totalmente diferente do que os governos, ONGs e instituições tentam passar, ou melhor, tentam esconder. Para ele, vender armas para guerrilheiros e até grupos religiosos extremistas é como um simples comércio de roupas, são todos clientes, não importa o que vão fazer com a mercadoria.

Orlov encontra no tráfico de armas sua forma de ganhar a vida e desfrutar de forma abundante por sinal.

Antes disso, Yuri é um imigrante da Ucrânia, e tem um pequeno restaurante nos EUA, até que um dia vê dois capangas serem mortos por um chefe da máfia. Nesse momento ele vê uma nova oportunidade em sua vida. A de vender armas.

Enquanto há diversas campanhas no mundo de desarmamento ele cinicamente afirma: “A cada 12 pessoas no mundo, há uma arma. A minha preocupação é: Como armar as outras 11?” Seu ponto de vista sempre irônico, confronta o gerenciamento bélico monopolizado dos EUA, pelo fato de estar fornecendo armas para países do Oriente Médio e África do Sul, que acaba fortalecendo as guerras civis.

Até certo ponto, o filme nos faz confrontar quem é o verdadeiro vilão da história. Pois entramos no paradigma da relatividade do certo e do errado. É como se Yuri criasse uma verdade que ele mesmo no fundo sabe que é somente uma forma de tapear sua consciência, de forma a convece-lo de que vender armas contrabandeadas é só um bom negócio.

De fato, ele mostra uma realidade não colocada pela mídia manipuladora que é por exemplo a mortalidade de menores e pessoas inocentes em geral nas guerras. Isso deixa claro a prepotência dos que dispõem de uma melhor posição na sociedade dos países de primeiro mundo, e que fique subentendido até os governantes. Tal prepotência os leva a ficar cegos, a ponto de agirem com indiferença para com tais vítimas inocentes. Contudo esse é apenas um aspecto. A grande realidade vista de um plano geral, é que podemos resumir que o grande líder mundial é o dinheiro. Ao menos para os detentores do poder, o dinheiro está acima dos valores humanos.

Talvez a atitude do Diretor deva ser chamada de corajosa, pois fugiu o padrão de filmes Norte-americanos que sempre enaltecem a imagem e poderio dos EUA.

A grande virada do filme, é quando Yuri Orlov percebe que pelo bem de sua família ele deve largar sua profissão, e tentar uma nova vida. Só que essa mudança deveria ser um processo, pois de contraponto há o governo americano ainda vasculhando seus dados e rastreando toda sua vida para tentar pega-lo em flagrante. Por mais que Yuri tivesse tentado largar o esquema de armas de uma hora pra outra, seus clientes continuaram cobrando as armas já encomendadas, e ao fazer sua última encomenda, o governo Americano o pega durante sua volta aos EUA, pois havia uma bala no corpo de seu irmão Vitaly que foi morto ao tentar ser herói quando foram fazer a última entrega.

Após sua mulher te-lo abandonado, e vendo que nada tinha a perder, Yuri volta para o comércio de armas, já que o governado dos EUA não o prenderia, afinal, a compra de armas pelo inimigos dos EUA era interessante para a política externa.

Direção: Andrew Nicol
Roteiro: Andrew Nicol
Elenco Original: Nicolas Cage
Jared Leto
Ethan Hawke
Gênero: Drama

Nome: Edson Filipe Dias de Araujo.
Turma: 1COM13B

“Hairspray – Em Busca da Fama”: música e diferenças nos anos 60.


"Hair Spray - Em Busca da Fama" traz de volta um gênero que estava abandonado. Os musicais tiveram seu auge nas décadas de 1950 e 1960, promovendo estilos e muitas trilhas sonoras. Com o tempo, parou de conquistar o público.

Baseado em um show de sucesso da Broadway, já filmado no ano de 1988, o filme é uma boa dica para quebrar os paradigmas e deixar de lado todos os preconceitos contra os quais muitos líderes lutaram.

Em 1962, o sonho de todos os adolescentes da época, em Baltimore, era aparecer no The Corny Collins Show, o programa de TV mais badalado da cidade. Tracy Turnblad é uma jovem gordinha - e fora dos padrões - que adora dançar. Ela impressiona os juízes do programa e acaba ganhando um espaço na atração. Embora, sem o aval dos diretores da emissora e da produtora Velma.

Ironicamente, a menina se transforma em um fenômeno, uma vez que a grande massa de excluídos se identifica com a sua imagem. A garota também se aproxima dos negros, em uma época que estes apareciam na TV apenas uma vez por ano. Para completar, todo o seu sucesso acaba ameaçando a popularidade de Amber Von Tussle, e a disputa entre elas torna-se mais acirrada quando as duas jovens se interessem pelo mesmo rapaz.

O drama de Tracy, discriminada por seu peso; de sua mãe Edna, que nunca conseguiu aceitar sua aparência e dde Seaweed, um jovem negro com extremo potencial para a dança e de tantos outros personagens não fica evidente. Não é necessário deixar claro o quanto o preconceito atinge todos eles. Mas é importante que cada um dos personagens apresente o motivo pelo qual se envergonha ou entristece.

A temática de Hairspray é atemporal e universal. Mesmo sendo um musical com comédia, vivo e cheio de energia, ele consegue abordar uma problemática fundamental nos dias de hoje que é o respeito e o convívio com as diferenças.



Hairspray - Em Busca da Fama (Hairspray, 2007)
Direção: Adam Shankman
Roteiro: John Waters

Elenco: John Travolta, Michele Pfeiffer, Christopher Walker, Zac Efron e Queen Latifah.


Adriana Pinheiro e Viviane Bassul
Turma: 1COM13C